segunda-feira, 16 de junho de 2008

IS THIS THE NEVERENDING STORY?

Aaaaa...após um longo tempo distante, cá estou eu novamente. O blog possui as mesmas características dos sujeitos que descreve. As vezes fica recolhido, remoendo pensamentos. Algumas frases têm povoado minha cabeça, umas trazem desconforto, outras me fazem rir. Homem é mesmo tudo igual e parece que me tornei a única referência dos amigos em solteirice. No dia 14 deste mês, o email de um amigo, copiado aqui na íntegra, trazia o seguinte:
"E aí cara, beleza?
Pulei para o time dos solteiros de novo!! ahahahaha
Vamos marcar um happy hour!
Abs"
Eu já não falava com o cara há um tempo, até porque ele estava namorando e tinha sumido. Poucos dias antes ,um outro (que também namorava) liga no meu celular:
- Faaaaaaaaaaaaaaaaaaaaala doutor !!! Beleza ??
- E aí cara, tudo certo?
- Tudo bem. Que balada rola hoje? Já te falei que eu tô solteiro, né?
- Não...não sabia...porra cara...
- Pois é...acontece...mas qual é a balada de hoje mesmo??
Um detalhe: É incrível como a gente reconhece pela entonação do "faala doutor" que o sujeito tá procurando balada. É uma frequencia vocal só reconhecida nos gritos de guerra.
Isso me faz pensar...será que esse ciclo se encerra um dia ? Eu não tenho respostas, só perguntas. Quando ele acabar eu aviso, juro.
Há um outra frase que me deixou encucado (e daqui segue um dos poucos parágrafos sérios deste blog). Até pelas circunstâncias. Ouvi de alguém que eu adoro, que é importante para mim e que considero. Mulher, na faixa dos trinta. Uma das poucas pessoas com as quais me senti realmente bem - vale dizer, alguém com quem eu ficava esporadicamente e com quem já tinha tido um curto namoro antes. Curto, mas intenso. E houve um momento, durante um reencontro, que embora tenha sido breve - e até bobo - foi incrivelmente feliz. Pelo menos para mim. Um bate-papo divertido, com muitas risadas, em meio a abraços, beijos e envolto na intimidade de quem já se conhece bem. Um mês depois desse, num outro encontro (recente), após ela se esquivar e resolver que não seríamos mais nada além de amigos, me disse: "Não. Esse momento passou. Acho que mulher é mais assim. As coisas passam."
Acho que aprendi...e que perdi algo precioso também...
Éramos, somos e seremos amigos. Disso eu não abro mão.

2 comentários:

Angela disse...

E aí, moço sumido! Sumiu do blog, sumiu dos amigos... Período, pelo visto, de grandes reflexões... ;)
Se cuide e continue escrevendo, senão vou tirar você e seu blog dos meus favoritos.
Beijos

Athayde da Pousada disse...

que bom que voltou a postar.
favor incluir meu blog nos seus links